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Curso de filosofia: educação para pensar e agir

por Universidade Metodista de Piracicaba — publicado 28/09/2011 12h19, última modificação 26/04/2016 18h47

Preparar professores comprometidos e com um excelente respaldo para a formação docente e do pesquisador são alguns dos pontos fortes do curso de filosofia da Unimep – Universidade Metodista de Piracicaba. É nesse espaço acadêmico que os alunos também encontram a perspectiva de pensar sobre temas existenciais, trabalhados com um olhar distinto: a partir da história do pensamento. 

A principal proposta da graduação, que obteve nota 4 no último Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes), é a formação do educador, no entanto, os objetivos vão além da atuação em sala de aula. Para a professora e coordenadora do curso, Adriana Duarte Bonini Mariguela (foto à esquerda), a filosofia é um curso que tem possibilidade de diálogo com todas as áreas de saber, fato que abre possibilidades para o exercício da docência e para a pesquisa. 

Pensamento e ações – Natália Puke (foto abaixo), que cursa o do 6º semestre da graduação é um exemplo prático dessa pluralidade. A universitária se envolveu com atividades acadêmicas, científicas e na militância estudantil. “Fui uma das fundadoras do CA do curso, que significou o resgate do exercício filosófico na universidade”, conta. Da Unimep, ela destaca a infraestrutura bibliotecária e a competência de alguns docentes. “Considero um bom curso e recomendo. Desenvolvi a escrita, o discurso e a ampliação da percepção sobre tudo que constitui a cultura e o ser humano. É claro que isso se deu pela minha dedicação e interesse, mas sem as referências nos conteúdos trabalhados pelos docentes da instituição, isso não seria possível”, avalia. 

“Queria um curso que expressasse o que sentia, via e acreditava sem ter o lucro como o único objetivo”, conta o universitário Gunar Silva de Oliveira, que cursa o 4º semestre da graduação, sobre a sua escolha. Para ele, a formação já tem um objetivo definido no futuro: “sem dúvida, quero trabalhar como professor. Desespera-me a indiferença dos jovens do nosso país para a decadência do ensino, do ensino público principalmente, além do fato de a realização econômica estar acima de qualquer outro aspecto. Entendo a licenciatura como meio para contribuir para a melhoria do nosso país. Quero fazer da minha formação um Brasil melhor amanhã”, destaca o universitário.

Promissor – A coordenadora do curso, Adriana, destaca que o mercado de trabalho se mostra propício, sobretudo a partir da determinação da Lei Nº 11.684 (de 2 de junho de 2008), que incluiu a filosofia como disciplina obrigatória nos currículos do ensino médio. “Há ainda, a determinação de que somente professores ou alunos de filosofia, com uma carga mínima já cursada, podem assumir aulas dessa disciplina”, completa. 

Já dentre as outras áreas de atuação, além da docência, a professora elenca atividades desenvolvidas em instituições ou empresas, em áreas como assessorias ou de recursos humano. A ex-aluna do curso e atual professora, Joelma Frezzarin, graduada pela Unimep em 1999, conta que tanto a área de docência quanto a de pesquisa são bastante promissoras, já  que não é possível não pensar e a filosofia oferece espaço para questionamentos.

Para ela, ser professor é ensinar e aprender ao mesmo tempo. “Ninguém tem um saber completo, lecionar é construir um saber novo e diferente todos os dias, junto como os seus alunos”, diz. 
 

Texto e entrevistas: Angela Rodrigues 
Fotos: Fábio Mendes
Edição/jornalista responsável: Celiana Perina
Última atualização: 28/09/2011

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