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Dinamismo e tecnologias compõem rotina dos engenheiros químicos

por Angela Rodrigues publicado 12/07/2017 08h00, última modificação 12/07/2017 12h30
Dinamismo e tecnologias compõem rotina dos engenheiros químicos. A Unimep oferece o curso de engenahria química desde 1994.

Apaixonado pela área da química desde o ensino médio, o aluno do 2º semestre do curso de engenharia química, Matheus dos Santos Batista, 22, escolheu a graduação para desenvolver projetos e estudar novas tecnologias voltadas à indústria, segmento pelo qual tem mais interesse. “Um dos meus sonhos é desenvolver e planejar um grande projeto dentro da área industrial, visando algo inovador e autêntico para a indústria. Meu objetivo é o de trabalhar com a indústria farmacêutica em um processo de purificação de aminoácidos, usando novas formas de pensar sobre o processo buscando um maior rendimento e uma melhoria na qualidade final, maior grau de pureza”, detalha ele sobre os seus planos para o futuro.

A área escolhida pelo universitário é uma dentre as distintas possibilidades de atuação na engenharia química. Além dela, o coordenador do curso de engenharia química da Unimep, o prof. Valmir Eduardo Alcarde, aponta também a área de gestão de processos para a produção de alimentos. De acordo o professor alergias e intolerâncias alimentares constituem um problema de saúde pública emergente, tendo nos últimos anos aumento alarmante na incidência destas doenças.

Para se ter ideia, segundo dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), 30% dos brasileiros têm problemas respiratórios, alimentares ou com medicamentos. Para ficar fora dessa estatística, é preciso eliminar componentes desencadeadores do processo, destaca o coordenador. “Não há atualmente nenhuma cura para alergias. A única forma eficaz de diminuir o risco é eliminar esses componentes”, afirma.

Por esse motivo, é fundamental que os consumidores tenham todas as informações necessárias sobre a composição de alimentos que serão consumidos. “Há atualmente a preocupação na implantação de Programa de Controle de Alergênicos em indústria de alimentos, bem como a preocupação cada vez maior em aplicar as melhores práticas em relação a procedimentos, rotinas e métodos de prevenção de contaminação nos produtos desenvolvidos por estas indústrias”, acrescenta.

MERCADO DE TRABALHO

“O mercado de trabalho está em fluxo crescente. As empresas regionais buscam profissionais especializados para atuar em pesquisas e desenvolvimento, no ramo de aplicação e serviços em equipamentos analíticos, treinamento e consultoria técnica, gerenciamento de projetos de segmentos industriais como cosméticos, refinaria e petroquímica, distribuidores de especialidades químicas,  na área farmacêutica, em empresas de reciclagem e reaproveitamento de materiais, em controle de processos e na área biotecnológica”, aponta. Segundo Valmir, os setores que mais concentram engenheiros químico na região de Piracicaba e Santa Bárbara d´Oeste são as indústrias de geração de bioenergia, fabricação de papel e celulose, tintas e vernizes, indústria petroquímica e empresas destinadas ao tratamento de efluentes industriais. 

Já empregado na área, Matheus Batista trabalha no Centro de Planejamento e Desenvolvimento da multinacional japonesa Ajinomoto do Brasil, e atua diretamente na divisão de negócios do Amino Science. “Trabalhamos com o desenvolvimento de aminoácidos de forma inovadora, buscando uma total satisfação para nossos clientes visando uma qualidade diferenciada no mercado de atuação”, conta ele.

Saiba mais sobre o curso e a profissão clicando aqui:  https://goo.gl/KedUAS

 

Texto: Assessoria de Comunicação e Imprensa 
Edição e coordenação: Celiana Perina
Fotos: banco de imagens
Última atualização: 05/07/2017