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Engenheiro e diretor da Whirlpool Latin lembra vida universitária

por Universidade Metodista de Piracicaba — publicado 13/03/2016 19h44, última modificação 13/05/2016 17h14

O tempo de atuação profissional que o engenheiro de produção graduado pela Unimep em 1997, Renato César Cerri, 45, possui na Whirlpool Latin America é próximo à idade de alguns alunos e profissionais recém graduados. São 25 anos de experiência na empresa de eletrodomésticos presente no Brasil com as marcas Brastemp, Consul e KitchenAid, período no qual Cerri aprendeu que enfrentar desafios faz parte da rotina. “Seja como engenheiro ou gestor, nossa rotina é resolver problemas e liderar a transformação de pessoas, processos e produtos”, afirma ele.

Cerri ingressou na Whirlpool em 1990, após se formar em um curso técnico. Ele conciliou o trabalho com o curso de engenharia de produção noturno na Unimep, concluído em 1997. Após a graduação, aprofundou conhecimentos na área de gestão da qualidade e Six Sigma e, em 2001, assumiu o cargo de gestor de equipes. Em seguida, foi convidado a atuar como o responsável de qualidade na Whirlpool, localizada em Joinville, Santa Catarina. Em 2012, retornou para Rio Claro e, desde então, é diretor da planta responsável pelas operações de eletrodomésticos nas categorias lavanderia e cocção das marcas Brastemp e Consul. Cerri também cursou MBA em gestão empresarial pela FGV Campinas.

O engenheiro é destaque na série Ouro da Casa, que apresenta trajetórias de sucesso de ex-alunos da Unimep apaixonados pelas profissões. Em entrevista, ele conta as conquistas da carreira, fala sobre desafios e mercado de trabalho, além de dar dicas aos recém-graduados. Confira os melhores trechos:

Acontece Unimep – Por que escolheu engenharia de produção?

Renato Cerri – Por ser um curso que traz muita abrangência com as áreas de logística, administração, qualidade, finanças, além das áreas técnicas da produção e tecnologia.
 

Acontece – Quais fatores o trouxeram para a Unimep?

Cerri – Por considerar uma universidade com excelente estrutura, professores de referência na região e por atender minha questão de logística e horário, apesar dos 50 quilômetros distantes de casa.
 

Acontece – Pode contar uma realização profissional?

Cerri – Foi e continua sendo aliar o crescimento profissional e pessoal, com o desenvolvimento das pessoas que estão ao meu redor e, por que não, da sociedade onde estamos inseridos por meio de compartilhamento de conhecimento e valores. 
 

Acontece – Do que sente saudades do período como universitário?

Cerri – Jogar cartas no “intervalo” (risos). Na verdade, sempre achei o ambiente universitário extensão do trabalho, pois alguns temas das aulas rapidamente eram adaptados ao dia a dia, bem como o inverso, compartilhar com colegas e professores os desafios profissionais.
 

Acontece – Como avalia o atual mercado de trabalho para os profissionais da área?

Cerri – Muito promissor, uma vez que o Brasil demanda crescer em produtividade e competitividade e, por isso, profissionais que conseguem fazer a conexão do todo, dos custos operacionais, de qualidade, logísticos e que sabem direcionar investimentos nos locais corretos vão ajudar o país e as empresas crescerem.
 

Acontece – O que é preciso para ser um engenheiro de produção bem sucedido?

Cerri – Primeiro, ao sair da faculdade, escolher uma área para se mostrar diferenciado, se aprofundar em soluções de problemas complexos. Consequentemente, isso vai levá-lo ao crescimento, seja de forma mais especialista ou como gestor, caso tenha interesse e potencial.


Acontece – Pode citar três dicas ao profissional recém-formado?

Cerri – Persistência, foco, estudo de soluções sistêmicas e desenvolvimento conceitual e tecnológico contínuos.

 

Texto: Angela Rodrigues
Fotos: acervo pessoal
Edição e Coordenação: Celiana Perina
Última atualização:  15/04/2016

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