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Ingressar na iniciação científica é oportunidade de crescimento

por Universidade Metodista de Piracicaba — publicado 27/11/2013 11h24, última modificação 26/04/2016 18h50
Ter a oportunidade de exercer atividades como um pesquisador dentro da própria universidade é uma das vantagens oferecidas aos que participam dos programas de iniciação científica. Destinado a alunos de graduação, estes projetos permitem aos participantes dar os primeiros passos na área de pesquisas acadêmicas, desenvolvendo assim técnicas e métodos científicos. Fábio Cruz da Silva (na foto durante premiação), 25, do 2º semestre do curso de ciências biológicas-bacharelado, que conta com a bolsa Pibic/CNPq , e Renato de Freitas Evangelista, 42, do 6º semestre de jornalismo, com Fapic/Unimep integram esta lista. Os estudantes compõem um grupo de 16 alunos e quatro docentes de três áreas do conhecimento – ciências exatas e da terra; ciências humanas e sociais e ciências biológicas e da vida – e foram homenageados com uma cerimônia de premiação durante o 21º Congresso de Iniciação Científica, que ocorreu no início do mês, durante o encerramento da 11ª Mostra Acadêmica.


“O motivo que me levou a ingressar na área foi a vontade de seguir a carreira acadêmica. O trabalho desempenhado e a experiência adquirida vão contribuir numa eventual pós-graduação. A pesquisa permite um estudo mais aprofundado de um tema específico e, sem dúvidas, contribui na formação acadêmica”, afirma Evangelista. Fábio Silva complementa: “é indispensável na formação de todo cidadão a atuação prática. Não acredito em formação por meio da simples absorção de conteúdo. É preciso gerar conteúdo”.

Segundo Silva, a oportunidade de ingressar na iniciação científica veio por meio de um convite de sua orientadora, a docente Maria Guiomar C. Tommasiello. Assim, o estudante pode desenvolver ainda mais seus conhecimentos sobre a área. “Penso que a ciência se realiza quando há o compartilhamento de ideias e resultados. Meu desejo por ingressar na área de pesquisas não veio de todo modo com este único objetivo, mas também com o objetivo de aprender quais são os métodos para se atingir resultados por meio do tão rigoroso método científico. Creio que aprender este modelo de pensar é entender melhor o caminho da humanidade, compreender como chegamos até aqui trazendo estes milagres da ciência e da tecnologia”, destaca Silva.

EXPERIÊNCIA

A coordenadora de pesquisa e pós-graduação da Unimep, profª Rosana Macher Teodori, considera esta área fundamental ao aluno. “O congresso de iniciação científica é a forma de divulgar formalmente os resultados das pesquisas diretamente à comunidade acadêmica. Por outro lado, a oportunidade de participar de um projeto científico é extremamente relevante para qualificar a atuação profissional, bem como iniciar o graduando na área científica, o que favorece a continuidade dos estudos em nível de pós-graduação”, avalia.

“A premiação é muito gratificante, já que é uma forma de reconhecimento pelo trabalho realizado. É sensação de dever cumprido. Aproveito para agradecer o professor Belarmino César da Costa pela paciência e orientação que foram imprescindíveis para o sucesso da pesquisa”, conta Evangelista. Ainda segundo ele, isto dá a oportunidade de ampliar a divulgação da iniciação científica aos colegas. “Serve como exemplo para que outros se esforcem. A pesquisa é uma forma de a universidade contribuir e dar um retorno à sociedade ajudando no seu desenvolvimento”.

Confira os nomes dos estudantes, de seus respectivos trabalhos e orientadores, além dos nomes dos docentes que foram premiados.


Texto: Jéssica Rodrigues
Fotos: banco de imagens e Sandra Lemos
Coordenação/edição de texto: Celiana Perina
Última atualização: 27/11/2013

 

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