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Nepep comemora 30 anos

por Universidade Metodista de Piracicaba — publicado 13/05/2013 11h54, última modificação 26/04/2016 18h49
O Nepep (Núcleo de Estudos e Programas em Educação Popular) da Unimep, comemora, em maio, 30 anos de existência. Para celebrar, o setor promove na próxima quarta-feira, 15, uma palestra com o professor Francisco Romero, que ocupou o cargo de coordenador do local, nos anos de 1983 a 2011, e participou de diversos projetos do núcleo. Na ocasião, ele falará sobre a história do Nepep desde a fundação. A iniciativa é gratuita, aberta ao público e têm início a partir das 14h, no Auditório Verde, no bloco 2, do campus Taquaral.

“A principal conquista do Nepep nestes 30 anos foi o diálogo direto que o núcleo estabeleceu com movimentos sociais, reconhecendo que estas comunidades trazem para a universidade um saber próprio que estimula e enriquece o saber acadêmico. Já quando falamos sobre nosso maior desafio, considero a mediação que o Nepep faz entre os movimentos sociais e o poder público, o que ocorre em diversos projetos e programas”, conta a docente e coordenadora do núcleo, Márcia Lima Vieira (foto). Além dela, também atua como coordenador, Josué Adam Lazier, responsável pela área de Extensão e Assuntos Comunitários da Unimep.

Histórico – O Nepep foi fundado em 1983, após a realização do Seminário Internacional de Educação Popular promovido na universidade, a partir de uma iniciativa do então reitor, Elias Boaventura. Naquela ocasião, ele buscava a criação de um centro dentro da universidade que pudesse realizar projetos de extensão junto à população marginalizada. Em um primeiro momento, o programa recebeu o nome de Acta (Ação Cultural e Tecnologia Apropriada). Após dez anos, transformou-se em Núcleo de Estudos e Programas em Educação Popular e, desde então, desenvolve trabalhos locais, regionais e internacionais.

O núcleo já envolveu milhares de alunos em suas atividades. Exemplos disso são: o projeto Rondon que desenvolve atividades centradas nas áreas de direitos humanos, cultura, educação, justiça e saúde em comunidades de diversas regiões brasileiras com baixo IDH (índice de desenvolvimento humano), e o Pronera (Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária), que busca a realização de projetos na área da educação em assentamentos do estado de São Paulo.     

Texto
: Larissa Molina
Fotos: Fábio Mendes
Edição de texto: Angela Rodrigues
Última atualização: 13/05/2013
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