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Projeto Rondon: uma oportunidade de vivenciar outras realidades

por Universidade Metodista de Piracicaba — publicado 19/03/2015 10h02, última modificação 26/04/2016 18h52

Em um projeto social, normalmente o beneficiado é a pessoa carente. No Projeto Rondon, os maiores beneficiados são os estudantes e professores voluntários que têm sua visão de realidade aguçada. No início do ano, os unimepianos estiveram no município de Pirpirituba, Estado da Paraíba, realizando ações voltadas ao desenvolvimento da comunidade. O projeto não é novo: surgiu no fim dos anos 60, foi extinto em 1989 e voltou em 2005. Desde então, foi desenvolvido pelo ministério da Defesa, em cooperação com o Exército e universidades, atendendo áreas carentes e isoladas do país. Confira alguns relatos dos participantes da última edição.

Victor Augusto Forti, 29, professor doutor da Unimep no curso de ciências biológicas: “A população de Pirpirituba foi extremamente receptiva à presença do projeto Rondon e participaram de todas as ações que foram planejadas. Todos eles (alunos), nas suas diversas áreas, atuaram de maneira comprometida e competente, superando nossas expectativas. Eles vivenciaram outra realidade e aplicaram conceitos abordados em sala de aula de maneira efetiva, exercendo plenamente o significado da palavra extensão”.

Bruno Aguiar, aluno do 7º semestre de odontologia: “Aprendi muito com a cultura local, o respeito às tradições e aos personagens que participaram da história tanto do Estado quanto da cidade deles, esse amor à cultura foi algo que me inspirou. Como profissional, serviu como confirmação de que esse caminho, que tenho trilhado de projetos sociais, é algo que com certeza devo e quero continuar após me formar”.

Karin Munhoz, do 5º semestre de relações internacionais: “Considero o Rondon um projeto que proporciona uma experiência riquíssima. Levo para minha carreira um dos objetivos do projeto: formar agentes transformadores, continuar sendo uma agente transformadora (...) ressalto que é de grande importância as pessoas terem acesso a informação e compreenderem seus direitos. Entender a cidadania de forma plena é conhecer e participar de seus direitos civis, políticos e sociais”.

Stefane Souza, do 9º semestre do curso de fisioterapia: “Ainda não consigo descrever a experiência. Esse projeto marcou muito a minha carreira acadêmica e profissional. Só tenho a agradecer pela oportunidade que a Unimep me proporcionou. No entanto, essa experiência me fez perceber o quanto é importante os alunos saírem de uma sala de aula e irem para a prática, é uma realidade totalmente diferente”.

Thaís Alves, aluna do 7º semestre de farmácia: “Quando você sai do conforto da sua casa e passa por uma realidade completamente diferente, percebemos que existem pessoas que, talvez com menos que nós, são tão mais felizes. O Rondon me propôs perceber como o Brasil tem uma cultura, classes sociais e vidas completamente diferentes. Me mostrou também a importância do carinho, amor e humanização de todos”.

Também participaram do projeto, pela Unimep, a professora da Faculdade de Gestão e Negócios Maria Imaculada Montebello e os alunos: Caroline Bartier, Janaina da Silva, Raíza de Souza e Lilian Prado. Todos os alunos participaram de uma acolhida, que ocorreu no último dia 3 de março, no bloco 2, do campus Taquaral da universidade.


Texto: Serjey Martins
Fotos: Bob Calligaris/divulgação
Coordenação/edição de texto: Celiana Perina
Última atualização: 19/03/2016

 

 

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