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Unimep recebe intercambistas da Argentina e do México

por Universidade Metodista de Piracicaba — publicado 06/09/2013 16h35, última modificação 26/04/2016 18h50

Por meio de uma parceria com a Universidad Madero (Umad-México) e com a Universidad Del Centro Educativo Latinoamericano (UCEL), a  Unimep recebe cinco alunos intercambistas vindos do México (foto) e da Argentina. A iniciativa é fruto de um convênio entre a Assessoria para Assuntos Internacionais da universidade e as instituições internacionais. Os alunos iniciaram suas atividades em agosto e permanecem na instituição até o final do semestre acadêmico, em dezembro. 

No total são cinco alunos dos cursos que irão estudar na Faculdade de Engenharia, Arquitetura e Urbanismo (Feau), nos cursos de engenharia de automoção, engenharia de produção e engenharia de alimentos, todos no campus de Santa Bárbara d’Oeste. São eles: José Jesús Sánchez Islas e Marco Arturo Ruíz Tlapapatl, matriculados no curso de engenharia de automação; Arly Elcira Merino Zuñiga e o estudante Guillermo Edgar Corichi Baez, que cursam engenharia de produção e também a aluna argentina Sofía Giorgi, estudante de engenharia dos alimentos.

Escolha – O crescimento do Brasil, as curiosidades sobre o país e sobre sua cultura, bem como o que sabiam das experiências de amigos foi o mote para estes intercambistas escolherem dedicar parte de seus estudos na Unimep. “Minha vontade de ir para o Brasil foi por seu grande crescimento como potência mundial e a Unimep foi escolhida por ser uma universidade reconhecida e que cumpria com meus desejos”, conta Guillermo Edgar Corichi Baez. Este foi o mesmo motivo da escolha de Sofía Giorgi, que cursará engenharia de alimentos. “Acho o Brasil um país muito importante, e que cresceu nos últimos anos, principalmente nas indústrias alimentícias, que têm a ver com minha carreira. Escolhi a Unimep porque é uma faculdade que tem tudo o que preciso para minha formação”, afirma Sofia.

No entanto, a maior dificuldade destes alunos, será lidar com a saudade da família e a língua estrangeira. “A maior dificuldade será a linguagem, se adaptar a outros costumes, outra forma de vida, e estar longe da família”, revela José Jesús Sánchez Islas.

Marco Arturo Tuiz Tlapapatl, por sua vez, vê a oportunidade como uma forma de adquirir um maior conhecimento acadêmico. “Espero aprender tudo nas aulas com meus mestres, explorar meus conhecimentos e compartilhar com outros alunos, além de praticar tudo o que for aprendido nas aulas”, conta Tlapapatl.

Texto: Jéssica Rodrigues
Fotos: Fábio Mendes
Edição de texto: Angela Rodrigues
Última atualização: 06/09/2013

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